A estética regenerativa não apenas corrige os sinais do envelhecimento, mas fornece substratos para a pele se regenerar e se manter saudável e ativa. Para tal, se baseia em procedimentos que visam inserir ativos que melhoram a comunicação, a vitalidade, hidratação, e oferta de estimulantes e de bases proteicas para a replicação e resposta celular.
A curto prazo, não significa menor quantidade de procedimentos se comparado a abordagem que havia acontecendo, de grande quantidade de preenchedor injetado, mas a escolha de procedimentos mais assertivos para reparar e manter a pele responsiva, bem e jovem. Uma abordagem que trata “de dentro para fora”.
Isso reflete, em médio prazo, na necessidade de procedimentos para devolução ou manutenção de volumes perdidos, visto que a pele já estará receptiva e tratada globalmente, com foco apenas em contorno e perdas inerentes ao processo de envelhecimento.
A longo prazo, esta manutenção de densidade proteica da pele e de volumes que mantém a estrutura da face, levam à menor necessidade de procedimentos, e de procedimentos menos invasivos, com uma aparência continuamente saudável e bela, sem haver aquele salto de uma pele mal cuidada para um rosto volumoso e esticado. Ou seja: eu acho esta abordagem mais inteligente!
Durante a minha atuação profissional, venho notando que o mesmo procedimento, com a mesma técnica, mesma qualidade de produtos, e muitas vezes, em pessoas da mesma faixa etária, tinham resultados diferentes entre os indivíduos. E isso vinha me incomodando muito! Neste mesmo tempo, veio surgindo esse conceito de estética regenerativa.
Ao estudar mais a fundo os objetivos desta abordagem, percebi que se torna uma forma muito mais inteligente de se trabalhar pois não ficamos “correndo atrás do prejuízo”, e sim, fornecemos maneiras para o corpo responder e se manter bem, isso faz com que evitemos a necessidade de tantos procedimentos.
Além disso, os resultados se tornam mais profundos, reais e duradouros, pois há a regeneração de um tecido que normalmente vai perdendo a vitalidade, o que nos leva a evitar que as imperfeições sejam simplesmente disfarçadas.
Nosso foco é tratar a face como um todo, em vez de limitar-nos a uma única região, como os lábios, as olheiras ou o contorno facial. Esse cuidado global proporciona um rejuvenescimento harmonioso, progressivo e natural, sem marcas perceptíveis.
A estética regenerativa também se mostra mais equilibrada e respeitando mais os tecidos, pois os procedimentos feitos tendem a ser menos agressivos, menos invasivos, com menor dor, menor lesão da pele, e que evitem gerar inflamação exagerada, como o PDRN – falei sobre ele aqui https://www.juliaschuch.com.br/blog/pdrn-regeneracao-rejuvenescimento-pele/ que ajuda também em casos como rosácea e melasma.
Já conhecia a estética regenerativa? O que acha dessa abordagem que foca na saúde e regeneração da pele, em vez de apenas disfarçar os sinais do envelhecimento? Compartilhe sua opinião nos comentários, vou adorar saber o que você pensa sobre isso! 😊