Quiet Beauty e Estética regenerativa: a revolução nos seus cuidados!

Por um tempo, a chamada harmonização facial, baseada em grandes preenchimentos faciais, era supervalorizada. Agora, após vermos resultados exagerados, deformações estéticas e perceber que tal tendência não poderia continuar, o chamado movimento quiet beauty visa valorizar a estética natural, a individualidade e a elegância. 

Agora, para a nossa alegria, a beleza passa a ser vista e cuidada com mais calma e saúde, o preenchimento passa a ser apenas uma parte dos cuidados, e não mais com objetivo de mudar o indivíduo, e sim, de manter os volumes faciais que vão se perdendo.

O cuidado é feito “de dentro para fora”, através de novas tecnologias em princípios ativos, como o PDRN, os exossomos, bioestimuladores de colágeno injetáveis e a laser (como o LAVIEEN) e/ou ultrassom microfocado (como o Ultraformer).

Dentro da estética regenerativa, temos três pilares de tratamento: o PDRN, os exossomos e o ácido hialurônico de alto peso molecular.

Já falei sobre sobre os exossomos aqui https://www.juliaschuch.com.br/blog/exossomos-renovacao-celular-e-rejuvenescimento-da-pele/ – que são comunicantes da nossa pele, são  pequenas bolsinhas muito pequenas produzidas por diversas células do nosso corpo, que servem como sinalizadores, permitindo a comunicação entre as células, regulando essas vias de sinalização e as respostas do nosso sistema imune, fazendo com que o “trabalho em equipe” das células funcione como deveria. Com o tempo, eles reduzem, e a comunicação intercelular não funciona tão bem, então, na estética regenerativa, inserimos exossomos na nossa pele para reativar esta comunicação e levar à regeneração e resposta da pele.

Já o PDRN, outro pilar importante da estética regenerativa, é um componente derivado do DNA do salmão com propriedades que estimulam a regeneração celular e melhorar o processo de reparo, cicatrização e respostas da pele aos demais tratamentos.

O ácido hialurônico na sua versão mais concentrada entra na estética regenerativa como forma de manter a hidratação e saúde da pele, proporcionando uma aparência mais jovem, saudável, viçosa, com menos rugas finas e com capacidade de responder aos estímulos feitos para o tratamento dos sinais do envelhecimento.

Busca-se não só tratar os sinais do envelhecimento, mas também levar à regeneração tecidual e restauração da resposta do organismo, que vai diminuindo com o passar dos anos, fornecendo substratos para que a pele consiga responder e se manter bem. O foco não é corrigir temporariamente os problemas, e sim ajudar a pele a se regenerar e se reparar. É uma visão mais profunda e mais consciente, pois é viável e saudável para que os cuidados se mantenham ao longo do tempo, e para que os tratamentos de bioestimulação de colágeno consigam responder efetivamente, pois a pele tem todo substrato para fazê-lo.

Júlia Schuch

Biomédica Esteta – CRBM-5: 5339
Publicado dia 19/02/2025
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